Um presidente desnorteado continua a multiplicar declarações, análises e comentários. E, avança precipitadamente, mais uma vez, para o anúncio da dissolução da Assembleia da República no caso do chumbo do Orçamento do Estado para 2022. Agora, um dia depois, lá vem emendar a mão, prometendo o início do processo de dissolução (art. 133º da CRP). Porventura, os Conselheiros de Estado não gostaram de mais uma ligeireza. Afinal, os avanços e recuos presidenciais só confirmam a desvalorização do texto constitucional e o papel decorativo, perdão, o carácter consultivo do Conselho de Estado.
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