Paulo Rangel, em Estrasburgo, a denunciar o que se passa – e é tolerado e abafado –, em Portugal: «O Plano de Recuperação é para relançar a economia e as empresas e para dar oportunidades aos jovens. Não é para pagar as despesas do orçamento, como em parte está a acontecer em alguns países, incluindo no meu. E não é para ser usado como arma de campanha eleitoral, como está a fazer agora todos os dias o primeiro-ministro português».
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