António Costa anda feliz. E não lhe falta vontade, tempo e palavras na campanha eleitoral para as autárquicas. A confiança transborda em cada promessa, verdade ou mentira, num país anestesiado, sob a batuta de um espectro presidencial, em que pesa o manto de silêncio do Estado sobre o acidente que vitimou um trabalhador na A6, atropelado por um carro em viajava Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, 90 dias passados.
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