A mais recente investigação sobre os negócios do urbanismo na Câmara de Lisboa é alarmante. E não pode ser abafada na véspera das próximas autárquicas de 26 de Setembro, por mais que a comunicação social insista no branqueamento. É agora, e não depois do acto eleitoral, que Fernando Medina e demais funcionários da autarquia têm de ser escrutinados pelos eleitores.
Sem comentários:
Enviar um comentário