A degradação da vida política, financeira, económica e social está a atingir limites inimagináveis: o presidente rasgou a Constituição; o primeiro-ministro, cada vez mais arrogante e prepotente, colecciona amigos envolvidos em casos de corrupção e fraude; o parlamento reflecte estruturas partidárias acomodadas; as contas públicas começam a dar sinais de stress; a gestão dos Bancos começa a surgir em todo o esplendor; o empresariado está reduzido a exemplos de grandes meliantes sem escrúpulos; a sociedade portuguesa dá sinais de uma perigosa ruptura.
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