A visita de Marcelo à Guiné-Bissau é mais uma leviandade institucional. E não faltam críticas dos próprios guineenses: «Se vai lá é porque está de acordo com golpistas". O que se segue? Um saltinho a Conacri para um abraço e uma selfie com Teodoro Obiang Nguema, quiçá para pedir uns trocos para a banca portuguesa?
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