O COMBATE ADIADO
«
Aquilo que tem sido mostrado pelos sucessivos casos judiciais, com políticos, banqueiros e capatazes vários, seria o suficiente para, noutros pontos do mundo, provocar sobressaltos, até sociais. Em Portugal nem por isso. As palavras, as intenções, são imediatamente uma moratória à ação. E é aí que está estacionado o combate à corrupção: agendas gerais, avanços tímidos, concessões mínimas, o suficiente para que tudo continue mais ou menos na mesma».
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