André Ventura e Tiago Mayan Gonçalves são os candidatos presidenciais que buscam a credibilidade institucional nas urnas. Com mais ou menos fragilidades, contradições, excessos e delírios, ambos representam um discurso que rebenta com o bafio do regime. Não o compreender, e até rir com a certeza de uma sabujice de muitos anos, é um erro que pode ficar chancelado no próximo dia 24 de Janeiro.
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