Hoje, a Ordem dos Médicos esclarece: «Ao contrário do que tem sido noticiado, o documento preenchido no local do incidente pelo médico do INEM consiste numa verificação de óbito e não numa certidão de óbito». De recordar, as palavras de Eduardo Cabrita no Parlamento, ontem: «Na certidão de óbito do cidadão constava "morte por paragem cardiorrespiratória" e que as agressões de que foi vítima só foram conhecidas pelo relatório da autópsia de 23 de abril».
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