Em tempos de pandemia, e de propaganda desenfreada, é de recordar o dia 4 de Fevereiro de 2015, em que um cidadão deixou o país abismado, surpreendendo o então ministro da Saúde [Paulo Macedo] e os deputados: «Não me deixe morrer!». Por não confiar nas autoridades de Saúde, nem tão-pouco se ter resignado, José Carlos Saldanha conseguiu autorização para iniciar o tratamento que o Estado até então lhe recusara. Salvou milhares de vidas. Morreu cinco anos depois de um enorme gesto de cidadania.
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