Estamos tão habituados à opacidade e ao abuso que já nem damos conta do que se está a passar à nossa volta. Três acontecimentos excepcionais: a polémica com a Procuradoria Europeia; António Costa demite o presidente do Tribunal de Contas; PR promulga o regime especial aplicável à expropriação e à constituição de servidões administrativas. Resultado: o silêncio podre. Surpresa? Nenhuma! Tem sido assim, nos últimos cinco anos, com Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa, porque os cidadãos têm permitido.
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