«As empresas privadas devem ser livres de pagarem aos seus funcionários e gestores o que quiserem. É o mercado que as vai premiar ou penalizar por essas decisões de risco. Mas é diferente quando pedem apoio financeiro ao Estado. Os bancos que receberam auxilio do Estado durante a crise financeira ficaram sujeitos a tetos salariais. Mas ninguém parece incomodado com contratações milionárias por empresas de media que ainda há pouco reclamavam e receberam auxílios públicos. Há sempre um juízo diferente quando estão em causa estrelas populares, mas não devia!».
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