Fazer eco de medidas de duvidosa constitucionalidade, sem contraditório, é mais um exemplo do servilismo dos tempos actuais. Jorge Miranda não alinha com a turba: «O estado de emergência deveria ser adotado. A calamidade pode determinar um estado de emergência ou um estado de sítio. Agora, o estado de calamidade, que envolva restrições de direitos, liberdades e garantias, não existe».
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