Não, não fazem parte da elite sentada à mesa do orçamento. E também não aparecem nas manchetes dos grandes negócios do Estado e dos pagamentos de comissões a políticos corruptos. São as 1,2 milhões de micro e pequenas empresas abandonadas por António Costa e pelo seu amigo e advogado de negócios, perdão, sexa o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital do XXII governo constitucional. E por esta espécie de Esquerda no poder...
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