QUEM NÃO TEM DINHEIRO VAI VIVER DE QUÊ?
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Independentemente dos “fretistas”, que os há em todo o lado, a realidade não se faz de acordo com os partidos que estão no Governo ou na oposição. É na rua, falando com todos, que percebemos os problemas reais. E a realidade, neste momento, é cruel. A sociedade portuguesa assenta, e muito, em negócios familiares e de quem vive da jorna: do salário ao dia que não deixa recibos para trás. É mau? Seguramente. Mas são todos os largos milhares que trabalhavam na restauração, jardinagem, oficinas, cabeleireiros familiares, como empregadas domésticas, nos bares e discotecas, entre tantos outros, que não vão ter dinheiro para comprar comida nos próximos tempos».
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