Costa e Centeno sempre se gabaram da "proeza" de não ter apresentado um único orçamento rectificativo. Hoje, em tempos excepcionais, tal e qual como no tempo da Troika, o primeiro-ministro e o ministro das Finanças disfarçam e engolem a sobranceria política anunciando o primeiro rectificativo.
Sem comentários:
Enviar um comentário