DUAS OU TRÊS COISAS SOBRE TANCOS
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O grupo do coronel Luís Vieira e do major Vasco Brazão pensou uma coisa espantosa em qualquer Estado de direito: sonharam que seria possível organizar a recuperação de armas de guerra furtadas sem apresentar os criminosos que as tinham roubado. Pensaram, também, que era possível organizar uma "operação clandestina" com a colaboração do poder político, através da conivência do ministro da Defesa – o que, por ação, omissão ou pura ingenuidade ainda conseguiram –, do primeiro-ministro e do Presidente da República, ele próprio Chefe-supremo das Forças Armadas, que teria de despachar, no fim, umas condecorações aos bravos rapazes da PJM».
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