Azeredo Lopes não sabe parar. Nem mesmo para reflectir e pedir desculpa aos portugueses. Num comunicado escrito, confuso e com incompreensíveis laivos de vitimização, o ex-ministro da Defesa ignora a mão criminosa da PJ Militar e dos seus capangas/mandantes, por acção e omissão, preferindo abastardar a condição do arguido.
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