O PORTUGAL DO MENOS MAU
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O problema das oscilações entre a euforia, a acalmia, a depressão e os exercícios impossíveis é que os portugueses correm o risco de ir a eleições, uma vez mais, escolher o mal menor, ou escolher por baixo para o Portugal menos mau, em vez de ter senso, sustentabilidade ou ideias estruturadas para o país. Como diria alguém, o panorama geral é muito poucochinho. Protagonistas políticos de mínimos, sem noção do país como um todo e sem uma visão de compromisso entre os interesses em presença, só podem gerar resultados de um Portugal menos mau, o das contas certas com rabo deixado de fora. Enfim».
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