À BEIRA DO ABISMO
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Onde se situam tais fragilidades, fontes de risco de práticas ilícitas? Principalmente na Administração Central incluindo forças e serviços de segurança, saúde, tributária e segurança social, justiça, institutos públicos, representando 44,3% das participações em 2018; e na Administração local, municípios, freguesias, entidades municipais, representando 31,3% das mesmas.(...)
E como não há tratamento da doença sem prevenção o CPC dá conta entre outras, de algumas acções de prevenção contra a corrupção, apelidadas de “pedagógicas”, levadas a cabo durante o ano de 2018, como por exemplo visitas á Assembleia da República, aos Municípios de Lisboa, de Setúbal, á Presidência do Conselho de Ministros”, entre outras. Não resisto á citação de uma parte inicial do mesmo relatório “ (...) os elementos colhidos deixam entender que a cultura das organizações do Setor Público está gradualmente e de forma crescente a evidenciar sinais de maior sensibilidade e cuidado quanto á exposição a riscos e, correlativamente , á utilidade da criação e adoção de instrumentos para a sua gestão e prevenção, incluindo a sedimentação e partilha de boas práticas (...)”.
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