À medida que se conhecem escândalos políticos e financeiros emerge um tipo de cidadão que não sabia de nada, não fez nada, nunca viu ou ouviu nada e até participava em reuniões para fazer número. Foi assim com Sócrates, com o BES e agora com a CGD. Uma espécie de país de cobardes que usam e abusam impunemente dos formalismos. Não será assim também no dia-a-dia?
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