A BOSTA DA CORJA
«
De repente, o país onde não se passa nada, onde se vive por ver viver os outros, o país da anomia coletiva e da normopatia individual, do zé-povinho, do fiado, do comer e calar, do respeitinho é muito bonito, do silêncio agastado da escravidão face às elites, no interior ou no litoral, de repente, escrevíamos, o país perde o filtro e parece entrar numa espiral de loucura coletiva, confundindo intervenção cívica com falta de civismo».
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