A canalha acolhe o canalha. E promove, elogia, sustenta, usa, abusa e descarta com mais ou menos (in)sensibilidade. É o take do filme do presente de quem comprometeu o futuro, seja da ralé ou de colarinho branco, às escondidas ou às claras, com mais teatro ou menos candura. Em síntese: A cumplicidade entre canalhas tem sempre o mesmo fim...
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