Há políticos e politiqueiros, e até jornalistas e jornaleiros, no activo, em stand by ou na reserva, de dedo esticado a julgar Sérgio Moro sem o rigor do balanço entre o passado e o presente. E, do alto da sua "probidade", até dão exemplos como Di Pietro e Baltazar Garzón para vincarem a "sentença" sobre o réprobo. Que simplificação e falta de memória... Conclusão: Viva a liberdade de expressão!
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