DA LEI COMO BENZEDURA
«
Não é preciso pensar muito, nem tentar ver para lá dos títulos e da superfície, nem sequer saber se há mesmo um problema e, havendo, onde está. Ná, nada disso, mexa-se na lei e já está! E depois admirem-se da manta de retalhos, da confusão legislativa, da precipitação, dos buracos, das soluções tortas. E não estou a agourar, não é mau-olhado, muito menos quebranto. São só vários anos de experiência e de observação. E não preciso de nenhuma benzedura. E ainda menos de tanta alteração na lei. Cruzes. Sossega, meu pajé!».
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