Incompetência ou crime?
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Se alguém devia estar na primeira linha da defesa da Ponte da Arrábida devia ser a Câmara Municipal do Porto (e, já agora, a de Gaia...). E, particularmente, os serviços de urbanismo e os vereadores que os tutelam e que, desde 2013, cientes de que não tinha sido definida a ZEP, deveriam exigir, publicamente, o seu estabelecimento. Porque a excelência da obra de arte assim o exige. Mas, também, para terem um instrumento mais a seu favor para condicionarem projetos urbanísticos que são tudo menos claros e regulares. Mas não, calaram-se bem caladinhos, tornando-se, assim, cúmplices de verdadeiros atentados à salvaguarda da imagem de um dos mais importantes ex-líbris do Porto!».
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