«Sempre que, em Portugal, alguém famoso e influente (político, juiz, banqueiro ou empresário) é apanhado pela Justiça, logo um coro de indignação se levanta em defesa dos poderosos. E dois argumentos surgem, invariavelmente: o de que todos têm direito à mais acérrima defesa; e, além disso, até serem condenados com trânsito em julgado, todos beneficiam da presunção de inocência. Estas ideias são dois monumentais embustes. Nada mais falso».
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