O escravo eletrónico
«
É bom, por isso, que nos preparemos para o futuro, no que isso encerra de desafiante em tantos domínios, mas é fundamental que, a reboque dessa evolução "natural", não nos deixemos enredar num admirável mundo novo que, neste particular, apenas nos fará recuar uns séculos. Em vez de chicotes, são impulsos elétricos. É menos sangrento, mas não deixa de ser escravidão».
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