O caso de Mário Centeno, investigado e buscado, começa a cheirar a bafio. Não, não é por causa do despacho de arquivamento, Se não há nada, não há nada. Ponto final. O bafio advém de todos os disparates que marcaram o caso, antes e depois da acção da Justiça: desde as questões de segurança invocadas para mendigar umas borlas para ir à bola à inenarrável declaração do primeiro-ministro a afirmar que o "seu" ministro das Finanças não sairia do governo, da tentativa de branqueamento da promiscuidade entre titulares de cargos públicos e os agentes do futebol às fantásticas afirmações da inexistência de valor comercial de um lugar na tribuna presidencial de um dos grandes do futebol. O que falta colocar em cima da mesa e debater abertamente é outra questão: E se fosse um mero cidadão anónimo? O arquivamento teria sido tão fulminante? E, já agora: O despacho de arquivamento do MP não encerra imediatamente o processo, pois não? Como diz a música: É preciso ter calma!
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