É oficial depois da entrevista de Francisca Van Dunem: Joana Marques Vidal está de saída. A forma como foi anunciada, apesar das ressalvas do primeiro-ministro no debate quinzenal, diz tudo sobre António Costa e o PS, sobretudo no momento que alguns casos judiciais ganham uma relevância mediática acrescida. E também diz muito, tristemente, sobre a influência de Angola. Só falta saber se a guerra surda entre o governo e o presidente Marcelo vai estalar com a nomeação do próximo PGR. Uma coisa é certa: a guerra passará a ser em terreno aberto.
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