Dois anos para fazer o que ainda não foi feito
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O Estado desrespeitou os direitos e a dignidade de quem todos os dias garante o seu funcionamento: desde quem assegura as limpezas dos hospitais, passando por médicos, enfermeiros, polícias, auxiliares escolares e professores, jardineiros e assistentes sociais. Há, entre eles, quem ganhe tão pouco que a sua posição na tabela remuneratória já foi três vezes ultrapassada pelo aumento do salário mínimo. Há quem, como os enfermeiros, seja licenciado, mas ganhe como se não fosse. Há quem há anos espere uma progressão a que tem direito, por lei, desempenho e dedicação».
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