O primeiro-ministro varreu, bem varrido, a dívida pública para debaixo do tapete, beneficiando da extraordinária política de juros baixos do BCE. E seguiu a política de austeridade para conseguir reduzir o défice. Bruxelas gostou. E a Standard & Poor's também, retirando Portugal do lixo. Tudo corre de feição a António Costa. Até a crescente radicalização do PCP e do Bloco de Esquerda.
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