PT: tragédia com seis capítulos e um fim em aberto
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Se fosse preciso escolher uma empresa para contar a história do capitalismo português, seria a Portugal Telecom (PT). A trama é intensa, os suspeitos são os do costume, e o final, ainda em aberto, já é trágico. A história começa pelos anos 90 e introduz-se, simbolicamente, com José Penedos, do Governo Guterres, a dizer, orgulhoso, "por cada empresa que privatizo, abro uma garrafa de champanhe"».
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