Após o ataque de Manchester ainda não houve uma única palavra que nos permita ter esperança na mudança da abordagem ao fenómeno do terrorismo e ao que está na sua origem. Apenas mais mortos. E mais uma onda de choque. E mais e mais palavras sentidas. E mais e muito mais impulsos securitários. Para quê? Para limpar a consciência até ao próximo ataque bárbaro?
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