Depois de tudo o que se passou, com a extraordinária validação presidencial, a manutenção de António Domingues na na liderança da Caixa ultrapassa toda a racionalidade, mesmo que se admita que tal só é possível dado o ambiente podre em que o país e a banca vivem há décadas em Portugal. Mas será só isso? O que justifica, na verdade, a manutenção deste gestor na liderança da Caixa? O mesmo que justificava Santos Ferreira? Armando Vara?
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