No país de Marcelo, entre sorrisos, afectos e abraços, onde não faltam branqueamentos, condecorações e a inauguração de um museu faraónico e inacabado, à custa da electricidade paga pelos pobres portugueses, com mais Mexia ou menos chinês, uma simples viagem de comboio entre Lisboa e Porto ainda se faz sem internet, com nojentos W.C. e rolos de papel higiénico para cidadão e turista mais tarde recordarem como este país é na realidade.
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