Um semestre é pouco, mas já é suficiente para perceber que Marcelo Rebelo de Sousa tem uma agenda própria. A última visita ao DCIAP representa o pisar da linha. Resta saber se esta interpretação muito particular dos poderes presidenciais visa o interesse colectivo, pessoal ou o favorecimento de um par de amigalhaços de sempre. O tempo o dirá!
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