Os silêncios pesados do primeiro-ministro e do líder do maior partido da oposição são esclarecedores do ponto a que as instituições e a classe política chegaram. António Costa e Pedro Passos Coelho, um por causa de 3 secretários de Estado, o outro por causa dos 3 deputados que também foram ver os jogos do Euro 2016 à pala da GALP, bem podem esconder-se numa qualquer praia do Algarve. É nestes casos que se consolida a diferença. E, de facto, para já, infelizmente, ela não existe no fundamental.
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