«Não, não queremos nem podemos conviver com a barbárie, venha ela de onde vier, seja ela perpetrada no ocidente ou no oriente. Luciano Amaral, num artigo de opinião, intitulado “Que terrorismo?”, tocou o ponto fulcral, quando escreveu: «"Este terrorismo não se distinguirá de uma revolta dos humilhados e ofendidos que se empilham nas periferias das cidades europeias. Não há bombas na Síria ou serviços secretos que os combatam. É a Europa diante dos monstros que ela própria criou"».
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