A polémica sobre o buraco da Caixa Geral de Depósitos está cá para durar e lavar, apesar do apelo lancinante de Jorge Coelho. E a deliberada tentativa de instalar a confusão, sobre o real montante que a CGD necessita para ser recapitalizada, esbarrou na Comissão de Inquérito que está a decorrer. Mário Centeno foi obrigado a divulgar números muito mais modestos do que aqueles que correram nas últimas semanas. A manobra para maquilhar a origem do problema - má gestão, concessão de crédito criminosa e negócios mirabolantes - arrancou mal e não está a passar. Nem mesmo quem tenta sustentar que um desvio de cerca de 3 mil milhões de euros não é nada para a CGD. É preciso muita lata!
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