Barack Obama é aquilo que revelou ser na deslocação a Hiroxima: um produto de marketing foleiro. Não é possível homenagear as vítimas da bomba atómica lançada em 1945, por decisão do presidente norte-americano Harry S. Truman, sem um pedido de desculpas sentido em nome dos Estados Unidos da América. Lamentar o horror ocorrido há 71 anos sem assumir a culpa é apenas mais um discurso vazio.
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