Ao primeiro-ministro continua a ser permitido tudo, sem qualquer escrutínio digno desse nome, nem mesmo do principal partido da oposição parlamentar, como comprova a sua última grande tirada: a definição de seis pilares para reformar o país. É caso para perguntar: o que falhou quando Costa assumiu o lugar de número dois do governo (maioria absoluta) de José Sócrates?
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