A demissão da liderança do PSD, em 1999, depois da ruptura com Paulo Portas, que acabou com a reedição da Aliança Democrática, foi um dos momentos mais dramáticos a que assisti na política portuguesa. Marcelo Rebelo de Sousa fez o que devia. E continuou a fazer o seu caminho. Ontem, 16 anos depois, chegou a vitória política. Curiosamente, ao mesmo tempo que Paulo Portas já anunciou a saída de cena.
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