Nos últimos 30 dias, diariamente, um ou outro protagonista da maioria de esquerda aritmética que domina o parlamento anuncia que existe um acordo entre PS, BE e PCP, embora ninguém saiba o que contem. Bom sinal? Mau sinal? Prenúncio de um acordo faz-de-conta para chegar ao poder? Para já, só me ocorre o adágio: Pernas para que te quero...
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