O que aconteceria se Pedro Passos Coelho e Paulo Portas anunciassem reuniões com Catarina Martins, hoje, com Jerónimo de Sousa, amanhã, e com os deputados socialistas da tendência de António José Seguro, depois de amanhã? A resposta é simples: para colocar António Costa a primeiro-ministro, depois de ter sido derrotado no passado dia 4 de Outubro, é preciso muito mais do que a produção hollywoodesca em curso.
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