O presidente da República despediu-se, ontem, não de todos mas de uma parte dos portugueses. Enredado na sua própria teia, Aníbal Cavaco Silva anunciou o óbvio: a indigitação de Pedro Passos Coelho; acrescentou o desnecessário: lançou combustível sobre a esquerda; e omitiu o fundamental: saber se vai obedecer à decisão da maioria dos deputados eleitos.
Sem comentários:
Enviar um comentário