quarta-feira, setembro 30, 2015

Precisa-se: Explicador de democracia para o PS

«Foi também pelo direito divino estelar do PS que nos últimos dias temos assistido às tendências ditatoriais de António Costa. Quando se aventou que a coligação poderia ter mais mandatos na AR do que o PS, tendo este mais votos, os socialistas logo clamaram que o que interessa é o número de votos. Quando as sondagens começaram a apresentar a coligação à frente do PS com distância razoável, algo mais surreal sucedeu. Costa fez saber que, ganhando ou perdendo as eleições, ele pretende governar. Os eleitores que tenham paciência, mas o candidato Costa meteu na cabeça que é o homem providencial para salvar o país (que tenha aplaudido todas as políticas que faliram o país também é um mero detalhe, e quem liga a detalhes?), as eleições são um formalismo (enfim, as boas gentes do PS têm de suportar estes formalismos de vez em quando para fingirem ardor democrata), mas, vamos lá falar a sério, quem decide quem é o próximo primeiro-ministro é o capricho de António Costa».

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