As primeiras candidaturas às presidenciais de 2016 estão a deixar os partidos tradicionais à beira de um ataque de nervos. Para já, as primeiras críticas assumidas, umas mais credíveis do que outras, têm partido dos mais diferentes quadrantes do sistema e dos afins do costume. Depois de Henrique Neto e Sampaio da Nóvoa, chegou a vez de assinalar que Paulo Morais avançou.
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