«Pediremos, de chapéu na mão e na companhia de outros pedintes, que Bruxelas e Berlim nos concedam uma esmola. Claro que estas palavras, de um realismo imbatível, prestam-se a uma pergunta: se é a Europa que manda e os governos nacionais obedecem, que tipo de promessas irá Costa fazer como ‘alternativa’ em Portugal? Promessas que dependem sempre dos outros e não dele? Eu já estou na primeira fila à espera dos próximos capítulos».
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