O debate sobre o Orçamento de Estado 2015 confirmou a realidade que tem vindo a emergir à medida que se aproximam as eleições legislativas de 2015: o Governo liderado por Pedro Passos Coelho, que conseguiu cumprir o programa de ajustamento, não consegue dar o passo em frente para sossegar os portugueses, mas a generalidade da oposição é de um radicalismo tão balofo que todos olham para o PS. E o que veem? A confirmação de um vazio tal, para não lhe chamar mediocridade, que os velhos rostos do passado não são levados a sério. O mais grave é que a nova geração de deputados do PS, alguns dos quais sentados na primeira fila, não conseguem mais do que repetir o discurso palavroso e estafado de quem lhes deu uma oportunidade q. b. , porventura para épater le bourgeois.
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